Atuação
Cirurgia minimamente invasiva
Videolaparoscopia aplicada à cirurgia oncológica, com incisões menores e recuperação que tende a ser mais rápida, sempre que o caso permite.
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Entenda
Na videolaparoscopia a cirurgia é feita por pequenas incisões, com uma câmera de alta definição e instrumentos delicados.
A imagem ampliada ajuda na precisão dos movimentos, e a agressão ao organismo tende a ser menor do que na cirurgia aberta. Em geral isso se traduz em menos dor, internação mais curta e retorno mais breve às atividades.
Na oncologia, a técnica só é indicada quando permite cumprir os mesmos princípios de segurança da cirurgia convencional. Por isso a escolha da via de acesso é uma decisão técnica, tomada caso a caso.
Quando pode ser considerada
- Tumores do útero em fases iniciais.
- Investigação de cistos e massas nos ovários.
- Avaliação da extensão da doença dentro do abdome.
- Coleta de biópsias para definição do diagnóstico.
- Casos em que há dúvida sobre a melhor estratégia de tratamento.
A indicação depende do tipo de tumor, da extensão da doença e das condições de cada paciente.
Como a decisão é tomada
Avaliação do caso
Exames e histórico mostram se a via por vídeo permite tratar a doença com a mesma segurança da cirurgia aberta.
Conversa sobre as opções
Vantagens e limites de cada via são explicados em consulta, para que a decisão seja tomada em conjunto.
Cirurgia por vídeo
O procedimento é feito por pequenas incisões. Se os achados indicarem, a conversão para a via aberta é uma medida de segurança.
Recuperação acompanhada
A alta e o retorno às atividades seguem a evolução de cada paciente, com retornos programados.
A tecnologia a serviço do plano
Nenhuma técnica é indicada por si só. A videolaparoscopia entra quando a leitura do caso mostra que ela oferece segurança oncológica e benefício real para a recuperação.
Quando a cirurgia aberta é a opção mais segura, é ela a indicada.
Perguntas frequentes
Ver todas as dúvidasA videolaparoscopia é tão segura quanto a cirurgia aberta?
Quando bem indicada, sim. A indicação depende do tipo de tumor e da extensão da doença. Em alguns casos a cirurgia aberta continua sendo a opção mais segura, e isso é explicado em consulta.
A cirurgia pode começar por vídeo e passar para a via aberta?
Pode. A conversão é uma decisão de segurança, tomada durante o procedimento quando os achados mostram que a via aberta é mais adequada.
Quanto tempo dura a internação?
Varia conforme o procedimento e a evolução de cada paciente. A previsão é informada no planejamento da cirurgia.
Outras áreas de atuação
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Tumores ginecológicos
Cirurgia de tumores do útero, dos ovários e do colo do útero, com planejamento caso a caso.

Segunda opinião oncológica
Avaliação especializada para compreender o diagnóstico e confirmar a estratégia de tratamento.

Câncer de mama
Tratamento cirúrgico individualizado, unindo segurança oncológica e qualidade de vida.
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A consulta tem tempo para ouvir, explicar os exames e responder às suas dúvidas e às da sua família.
- CirurgicareR. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 · Curitiba
- Hospital São CamiloR. Barão do Rio Branco, 979 · Campo Largo
- Hospital do RocioR. Maria Aparecida de Oliveira, 599 · Campo Largo
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